quinta-feira, 31 de maio de 2012

Por que igreja recrimina o uso da pílula anticoncepcional hoje

Para começar devemos nos familiarizar com a Encíclica Humanae Vitae, que foi um posicionamento da igreja católica, com a questão do uso da pílula. Veja na íntegra.

Outra questão que devemos ficar atentos são com as teses, pois no campo das discussões, cada um defende um posicionamento, de acordo com uma teoria, como por exemplo: teoria criacionista e teoria da evolução, que se contrapõem, ambas com suas sustentações filosóficas e científicas. Teoria do pensamento multifocal e teoria do pensamento acelerado e assim vai.

Com a questão do uso da pílula anticoncepcional, temos uma questão muito interessante, hoje em dia, a maioria dos anticoncepcionais, em pílulas, são micro abortivos, e por isso, seu uso são recriminados por algumas religiões cristãs, pois todas não são a favor do aborto.

Veja o destaque em vermelho na matéria estraído do site: http://www.portaldafamilia.org/saberAmar/saberamar11.shtml


"Os metodos naturais são aqueles onde não há interferência no ciclo menstrual da mulher e não se usa qualquer artifício. O mais eficaz é o chamado Método da Ovulação ou Método Billings, onde a mulher, por observações feitas diariamente reconhecerá os seus dias férteis ao redor da ovulação. Não é difícil aprender (mulheres pobres, cegas e analfabetas em Bangladesh, um dos países mais pobres do mundo, usam este método com êxito! !) e não custa nada! Mas necessita da cooperação do parceiro e decisão a dois sobre o "transar" ou não nos dias que o casal sabe que a mulher pode engravidar. Por outro lado, este método aumenta em muito o entrosamento do casal , que aprenderá a mostrar nos dias férteis da mulher o seu amor um pelo outro em manifestações outras que a relação sexual , quando deseje evitar a gravidez . Se usado corretamente, apresenta uma eficácia de 98,5%. É muito usado pelos especialistas para ensinar os casais que têm dificuldade para ter filhos a concentrar as relações sexuais nestes dias, a fim de aumentar as chances de concepção.

A tabelinha ou ritmo ou ogino-Knauss, muito usada pelos adolescentes, é outro método natural onde, por meio de cálculos baseados na duração dos ciclos menstruais anteriores, a mulher determina os seus dias férteis do ciclo menstrual em curso. Também se evitam as relações nos dias férteis calculados, mas há bastante falha!! De 20 a 30 %, isto é, de 20 a 30 mulheres em cada 100, usando este método engravidarão dentro de um ano e isto ocorre porque há poucas mulheres com ciclos menstruais sempre regulares.

Os métodos hormonais são muito conhecidos em nosso meio.
Quem nunca ouviu falar da “pílula”, o Anticoncepcional Oral (AO)?
Sob forma de injeção, chama-se Anticoncepcional Injetável (AI).

Para explicar como funcionam, imaginemos o ciclo menstrual como um relógio biológico com um ponteiro só, movido pelos hormônios internos da mulher. Quando o ponteiro chega a 6, há a ovulação e quando atingir 12 há a menstruação. Entre 12 e 6 horas, os hormônios levam à "maturação" da mucosa do endométrio (camada interna do útero). Às 6 horas ocorre a ovulação. Se não houve concepção naquele ciclo, o endométrio será expelido em forma de menstruação às 12 e um novo ciclo inicia.

O uso dos hormônios sexuais sintéticos influencia este relóqio biológico. Sem impedir a menstruação, muitas vezes impedem a ovulação e consequentemente, são anticoncepcionais. Mas as pílulas modernas com dosagem menor, muitas vezes não impedem a ovulação e se ocorrer fecundação, o óvulo fecundado não poderá se fixar no endométrio por este não estar preparado para acolhê-lo devido aos hormônios ingeridos. Nestes casos, funcionam como microabortivos. O índice de falha deste método é de 0,5 a 2,5 % (dados da OMS, Organização Mundial da Saúde). A OMS não aconselha o uso de pílula para meninas com ciclos irregulares, antes que seja esclarecida a causa de tal alteração e também não é aconselhável para meninas antes de ter decorrido 3 anos desde a primeira menstruação..."

Veja também a atualização dessa matéria, ocorrida em 2010, numa entrevista o Dr. José Maria Simón Castellvi, presidente da Federação Internacional das Associações de Médicos Católicos (FIAMC), sobe a questão dos anticoncepcionais abortivos e da contaminação dos hormônios das mulheres estar envolvidos em diversos casos de patologias: http://www.zenit.org/article-20479?l=portuguese


O Presidente dos católicos MÉTODOS Denúncia OS Perigos da pílula anticoncepcional

Por Antonio Gaspari
"ROMA, quinta-feira, 8 de janeiro de 2009 ( ZENIT.org ) -. Apesar de Ter Sido Publicada ha 40 Anos, uma encíclica  Humanae Vitae  ainda suscita debate hum forte. Pará alguns, inclusive Dentro da Igreja Católica, trata-SE de hum Texto inadequado EAo tempos e insuficiente NAS respostas, enquanto OUTROS sustentam Que si trata de UMA encíclica «profética». 
Pará Estes ultimos, o Papa Paulo VI fez Bem los advertir contra o USO de anticoncepcionais, ja Que Estes São perigosos Pará a Saúde da Mulher e um par Dentro Relação do Casal. 
Neste Contexto, o doutor José María Simón Espanhol Castellví, Presidente da Federação Internacional das Associações de Médicos Católicos (FIAMC), anunciou hum Texto in 4 de janeiro Passado, com o Título «40 Anos depois da Encíclica  Humanae Vitae,  do Ponto de Vista Médico », não quali si ilustram de Todos os Problemas relativos à Saúde da Mulher, à Contaminação ambiental e enfraquecimento e banalização AO das Relações de casal Que uma pílula contraceptiva provocou. 
Sobre ESTA Questão, o dr. Simón Castellví concedeu ESTA Entrevista a Zenit. 
- Os Críticos da  Humanae Vitae  sustentam Que OS anticoncepcionais trouxeram uma emancipação feminina, Progresso, Saúde médica e ambiental. Mas Segundo o informe da FIAMC, ISSO Verdade nao é. PoDE explicar-NOS Por quê?
- Simón Castellví: Os anticoncepcionais nao São UM Verdadeiro Progresso NEM Pará como Mulheres NEM n o Planeta. Compreendo e sou solidário com a Mulheres Que deram uma Vida uma Filhos muitos, Mas uma Solução nao estabele nd contracepção, e sim nd Regulação Natural da Fertilidade. This respeita OS e Homens como Mulheres. O Estudo Que apresentamos e Científico e nsa Diz Que uma pílula e contaminadora e in CASOS muitos anti-implantatória, OU SEJA, abortiva. 
- O Estudo de Fato Que sustenta uma pílula denominada anovulatória, a utilizada Mais, Que TEM Como base de doses de Hormônios de estrogênio e progesterona, Funciona los muitos CASOS COM UM Verdadeiro Efeito anti-implantatório. É Verdade? 
- Simón Castellví: É verdade. Atualmente, a pílula anticoncepcional denominada anovulatória Funciona los muitos CASOS COM UM Verdadeiro Efeito anti-implantatório, OU SEJA, abortivo, porqué expele hum Pequeno EMBRIAO Humano. E o EMBRIAO, inclusive Dias in SEUS Primeiros, E hum pouco Diferente de hum óvulo OU Célula germinal Feminina. Sem ESSA expulsão, o EMBRIAO chegaria um Ser UM OU Menino menina. 
O Efeito anti-implantatório Destas pílulas estabele reconhecido nd literatura científica. Os Investigadores o conhecem, o ESTA Presente nsa Prospectos dos Produtos Farmacêuticos dirigidos evitar uma UMA Gravidez, Más a Informação Chega nao AO Grande Público. 
- O Estudo in Questão sustenta Que uma grande quantidade de Hormônios nenhuma Ambiente TEM UM Efeito túmulo de Contaminação meio-ambiental influi Que nd Infertilidade Masculina. Voce poderia explicar nsa Por quê?
- Simón Castellví: Os Hormônios temperatura hum Efeito nocivo Sobre o Fígado, e depois si não dispersam Ambiente, contaminando-o. Durante Anos de utilização das pílulas anticoncepcionais si verteram toneladas de Hormônios nenhuma Ambiente. Diversos Estudos Científicos indicam ¿Qué ISSO poderia servi Motivos hum Dos fazer aumento da Infertilidade Masculina. Pedimos Que façam si Pesquisas Mais precisas Sobre OS efeitos contaminadores desses Hormônios. 
- O Estudo elaborado Pela FIAMC retoma como preocupações expressas in 29 de julho de 2005 Pela Agência Internacional de Pesquisa do Câncer ( Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer ), uma Agência da Organização Mundial da Saúde (OMS), Segundo um qua OS Preparados orais de Combinados de estrogênio e progesterona podem ter efeitos cancerígenos. Voce poderia ilustrar-NOS um Destas implicações Gravidade?
- Simón Castellví: É sepultura Que si esteja distribuindo Um produto indispensável nao Pará a Saúde e Que poderia Ser cancerígeno. This nao e UMA Opinião dos Médicos Católicos, da Agência Mas da OMS Que Luta Contra a Difusão do Câncer. Nós. Só citamos SUAS preocupações AO Respeito. 
- Voce ea Associação Que voce representantes sustentam Que um  Humanae Vitae FOI AO profética proporção OS MÉTODOS Naturais de Regulação da Fertilidade. PoDE explicar-NOS Por quê? 
- Simón Castellví: O Papa Paulo VI FOI profético tambem do Ponto de vista científico. Com ESSA encíclica, ale alertou Sobre OS Perigos da pílula anticoncepcional, Como o câncer, um Infertilidade, uma violação dos Direitos Humanos, etc O Papa tinha Razão e muitos nao quiseram reconhecer ISSO. Quando SE trata de regular, de um. Fertilidade, São Muito MELHORES OS MÉTODOS Naturais, Que São eficazes e respeitam a Natureza da Pessoa 
- Em hum ARTIGO Publicado Pelo  L'Osservatore Romano  (« L'Humanae vitae Una profezia scientifica. », 4 de janeiro de 2009), voce sustenta Que OS MÉTODOS anticoncepcionais violam OS DIREITOS HUMANOS. PoDE precisar-NOS Por quê?
- Simón Castellví: No 60 º aniversario dA Direitos Declaração Dos fazer HOMEM si só PoDE demonstrar ¿Qué mínimos Meios anticoncepcionais violam Pelo Menos Direitos Cinco Importantes: 
O Direito a Vida, porqué los muitos CASOS SE trata de pílulas abortivas, e CADA Vez si eliminação hum Pequeno EMBRIAO. 
O Direito à Saúde, porqué nao uma pílula servir parágrafo curar e temperatura efeitos secundarios IMPORTANTES Sobre a Saúde de QUEM uma uti. 
O Direito à Informação, porqué ninguem informa Sobre OS efeitos reais da pílula. Em particular, nao SE adverte Sobre OS Riscos Pará a Saúde ea Contaminação ambiental. 
O Direito à Educação, porqué poucos explicam Como SE OS MÉTODOS praticam Naturais. 
O Direito à Igualdade Entre OS sexos, porqué o peso e OS Problemas das Práticas anticoncepcionais recaem Quase Semper Sobre a Mulher. 
- A  Humanae vitae  sustenta Que OS anticoncepcionais influenciam negativamente nd Relação do Casal, separando o ato de amor da procriação. Voce poderia explicar-SOE, Como homem de Ciência, ESTA afirmação? 
- Simón Castellví: A Relação Entre OS esposos DEVE Ser total de Confiança e amor. Excluir com Meios impróprios uma possibilidade da procriação prejudica uma Relação de casal. O DOAR-SE UM AO Outro Deverià total de Ser e enriquecer-SE Pela capacidade da Transmissão da Vida. 
- Substancialmente, a  Humanae vitae  E hum Documento ¿Qué une e reforça OS Casais; Por quê tantas Críticas entao? 
- Simón Castellví: Muitas das Críticas foram sugeridas pelos Interesses Econômicos Que estao POR Trás da venda da pílula. Outras Críticas surgem daqueles Que querem reduzir e Select um Fertilidade EO Crescimento demográfico. Finalmente, como Críticas procedem tambem daqueles Que querem limitar uma Autoridade moral da Igreja Católica. 
- O Que térios acontecido si uma Igreja nao tivesse si oposto à Difusão da pílula?
- Simón Castellví: Nao Quero sequer Pensar Nisso. Só considerando o Efeito abortivo das pílulas, a Igreja Católica Própria séria Hoje Menos numerosa. POSSO compreender o Pensamento de milhoes de Mulheres Que usam uma pílula, Mas Quero sugerir Que existe UMA antropologia Melhor parágrafo ELAS, a Igreja Católica Que um propõe."
Veja também parte de uma série de manifestações científica sobre o tema publicado na Europa, pela mesma entidade de médicos: http://www.fiamc.org/texts/fiamc-texts/carta-aos-medicos-catolicos-de-todo-o-mundo/
Os contraceptivos orais
"Os seres humanos foram criados por Deus notoriamente incompletos. O homem precisa da mulher para se realizar e a mulher precisa do homem também para ser feliz. O homem e a mulher precisam também dos filhos para completar a sua plenitude na família. Os casais têm todos os filhos que podem manter e educar. O número de filhos depende de muitos factores e deveria relacionar-se com a generosidade. As famílias numerosas são uma alegria para a sociedade e para a Igreja. Na minha opinião pessoal, prescindir do outro sexo seria anti-natural num ser humano maduro, a menos que se torne num bem sobrenatural, como sucede com o celibato em nome do Reino. Desde logo, existem motivos de força maior ou imponderáveis que fazem com que uma pessoa não se possa completar com um companheiro.
O acto sexual baseia-se numa energia tal que não deixa ninguém indiferente e tem sempre consequências. Une o homem e a mulher de forma incomparável. A sua concretização deve ocorrer numa contexto de maturidade, compromisso e exclusividade: o matrimónio. O homem e a mulher dão tudo um ao outro, incluindo a capacidade de gerar novas vidas humanas, o que é positivo.
Existem momentos em que, objectivamente, por motivos médicos, sociais, familiares, a responsabilidade dos pais leva-os a evitar um novo nascimento. A possibilidade de tal acontecer já está prevista na “lei natural”. A mulher só é fértil alguns dias por mês. Os métodos naturais de regulação da fertilidade (Billings, sintotérmicos, etc…) permitem utilizar estes períodos inférteis no sentido do casal continuar a manter-se em contacto com as relações sexuais e que com elas superem a impura atracção por outras carnes.
O Papa Paulo IV, na encíclica Humanae vitae, adverte que os médicos e o pessoal da área da saúde devem considerar como próprio dever profissional a procura de toda a ciência necessária neste campo para poder dar aos casais que os consultam sábios conselhos e directrizes saudáveis que é o que deles esperam, como é legítimo.
Os contraceptivos violentam vários direitos humanos: o direito à vida (nos casos da pílula abortiva ou da pílula do dia seguinte), o direito à saúde (têm efeitos secundários, ao contrário dos métodos naturais), o direito à educação (as pessoas têm o direito de conhecer a sua própria fertilidade) e o direito à igualdade entre os sexos (a carga contraceptiva costuma recair sempre sobre a mulher).
Em Julho de 2005, a Agência Internacional para a Investigação do cancro (Lyon, França), da Organização Mundial de Saúde, informou acerca do factor cancerígeno dos contraceptivos orais de estrogénios e progestagénios combinados, baseada nas conclusões de um grupo de trabalho internacional “ad hoc”. Foram classificados como carcinogénios do Grupo I.
Lamentavelmente, caros colegas, hoje em dia não somos capazes de proporcionar métodos naturais a todos aqueles que necessitam. As baixas taxas de fecundidade nos países de maioria católica (Espanha, Itália), juntamente com o pouco conhecimento destes métodos, indicam-nos que muitos casais utilizam os métodos artificiais. Se tivermos em conta que se tratam de países relativamente ricos, não se pode dizer que são generosos no número de filhos. Aqui temos um grande desafio. Jamais devemos apagar a chama que foi acendida em nome dos métodos naturais.
Infelizmente, a contracepção não é o único desafio da Medicina e da sociedade. Nem sequer somos capazes (nem nós nem o conjunto das nações em geral) de proporcionar meios contra a subnutrição, a malária ou a transmissão vertical da sida. Temos os conhecimentos e alguns meios mas não podemos pô-los ao alcance dos necessitados. Trabalho não falta.
Sem julgar os casais que utilizam contraceptivos artificiais – a nossa função não é julgar – não devemos esquecer nunca este dever profissional de oferecer os métodos naturais e de dissuadir dos artificiais. É sinal de progresso compreender bem a natureza e ajudá-la no que é possível. O mundo está inacabado. Temos um trabalho para fazer. E quando o realizamos, o progresso evidencia-se..."
Veja declaração de José Maria, presidente da instituição internacional dos médicos católicos, que promovem pesquisas sérias, com dados concreto sobre a contaminação ambiental e a eliminação dos hormônios: http://www.exsurge.com.br/formacaocatolica/formacaocatolica/anticoncepcional/anticoncepcionalepoluente.htm
Anticoncepcional é poluente e provoca infertilidade masculina, diz Vaticano

03/01 - 16:52 - AFP

A pílula contraceptiva "tem efeitos devastadores sobre o meio ambiente" e é parcialmente responsável pela "infertilidade masculina", escreveu neste sábado o Osservatore Romano, o jornal do Vaticano.
A pílula "tem há anos efeitos devastadores sobre o meio ambiente, liberando toneladas de hormônios na natureza" através da urina das mulheres que recorrem a este método contraceptivo, afirmou o autor do artigo, o presidente da Federação Internacional das Associações de Médicos Católicos, Pedro José Maria Simon Castellvi. 
Sendo assim, venho manifestar que todo ser tem o direito ao conhecimento e de fazer escolhas, de acordo com suas crenças e valores, mas ninguém tem o direito de impedir que se divulgue constatações com base científicas.




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